Ontem pela segunda vez a solidão visitou-o
Não bateu à porta, nem entrou em sua casa
Andou rondando pelo quintal até ele se deitar
Sentiu-lhe o cheiro pesado, bafiento de uma tristeza angustiante
Até a guerra que anda lá longe o deixa mais sozinho.
Desde que se lembra, neste designado domingo gordo ao almoço comia-se a bexiga do porco. Mesmo quando viveram no litoral Penicheiro a sua avó materna sempre despachava uma pequena cesta com enchidos a tempo de se poder manter a tradição. Quando os seus pais regressaram à terra, recuperou-se a tradição de no domingo o mais tardar terça feira de Carnaval comer-se a bexiga de porco, porque depois no calendário litúrgico entra-se na quaresma, um tempo de abstinência. Ainda ajudou a temperar e a encher algumas bexigas, nos anos em que os pais criavam o porco para a matança.
No ano anterior veio depois do Carnaval e não pode deliciar-se a comer o pitéu. Este ano preparou-se para vir a tempo de passar no talho em Idanha-a-Nova e comprar uma para o seu almoço de domingo gordo. Assim fez preparando-a com todo o cuidado, acompanhando com uns grelos, batata cozida e arroz. Para acompanhar um tinto do Douro, que para ele é a melhor região de vinhos de mesa que há no país e arredores.
Uma tradição, um pitéu regional que na sua ideia merecia ser tratado e divulgado por forma a dar a conhecer aos amantes da boa mesa mais um bom prato da cozinha regional.
Este ano faltou ao sável frito com açorda, mas não falhou a lampreia a convite dos primos e hoje a bexiga de porco que estava e está ótima. Não se pode queixar.
Para ajudar a queimar as calorias aceitou o convite do amigo António Faria Justo e com os amigos João Ramalhete e Jorge Boavida foram até Segura percorrer o circuito do trilho das minas, que há dois anos está dado como indisponível no sítio do Município. Um passeio a merecer reflexão noutro escrito.
Não precisa parar para pensar. Há muito que sabe que está sozinho. Já perdeu muitas guerras. Já andou por veredas e precipícios venenosos. A vida é um mar infinito de ilusões, onde se tomam decisões. Decisões que se tomam sem se conhecer o que a vida nos oferece mais à frente. Ontem como hoje questiona-se porque anda ele a cansar-se se ninguém o acompanha? Porque castiga o corpo a trabalhar em vez de se divertir, de passear viajando, porque? Depois olha o azul do céu, sorri e continua a fazer o que lhe dá gosto fazer. Começou tarde mas começou...
Os dias passam serenos na sua pequena e grande vida. Também ele segue serenamente caminhando. Até quando? é a incógnita que ninguém sabe, nem ele próprio o sabe. É um caminhar em busca de uma resposta que sabe não ter. Uma resposta, uma necessidade que atormenta a paz do seu espírito, tão cansado se sente por momentos com o passar sereno dos dias.
(Foto da net)
Pergunta-lhe a sua sombra de que lado da guerra ele esta?
Então tu não sabes que somos da paz, do não às guerras? Não me digas que já te esqueces-te? Disse ele em tom ameaçador.
A sua sombra calou-se, aguardando que ele desembuchasse algo mais, o que veio a acontecer.
Então tu que vives comigo há mais de setenta anos ainda dúvidas que não tenho lado naquela guerra entre russos e ucranianos. Tu sabes como eu sei que se o dirigente russo não é flor que se cheire, o outro dirigente ucraniano não lhe fica atrás, não sendo apenas eles os únicos culpados de mais uma triste página na história da Europa. Pena e solidariedade tenho com todos os cidadãos que sofrem os horrores de qualquer guerra, enquanto nesta situação os mandantes, senhores da guerra, nos seus palácios continuam a comer do bom caviar e a beber do melhor vodka. Esta guerra não é nossa mas também vamos sofrer por causa da loucura insana dos dirigentes beligerantes. Mas, não esqueças que os deuses do mercado não dormem… manobram continuamente na sombra sem olhar a meios os dirigentes das nações para que eles possam continuar a ganhar sempre muito dinheiro com a venda das armas e munições, assim como, com as especulações bolsistas nas várias praças financeiras, porque o planeta é hoje uma aldeia global de variados interesses especulativos que irão agravar a nossa vida já de si tão difícil. Nada de bom nos espera, mesmo que a guerra entre russos e ucranianos tenha um fim rápido e pior será quanto mais longa ela for. E quando naquela parte da Europa terminarem as agressões bélicas entre vizinhos, voltaremos de novo a ouvir falar do Médio Oriente do perigo para a paz que é o Irão, omitindo sempre as ações sanguinárias levadas a cabo pelos países designados amigos do virtual Ocidente. E porque a vida continua temos de ser muito mais formiga e muito menos cigarra. Deixa-te de perguntas e lamentações e vamos trabalhar a paz dentro do nosso próprio ser, sem ódios nem invejas, que o dia já acordou e o vento sopra sem nos dar sinal da chuva esperada.
O dia triste da anunciada guerra chegou, mas ele não entende o porquê de tantos comentadores especialistas estarem continuamente metralhando os espetadores televisivos sobre a invasão que o exército russo fez e faz pela Ucrânia adentro.
Quando se sentou para almoçar ouviu e viu, num canal público, que os russos tinham invadido a Ucrânia há hora em que lhe ensinaram ser a melhor para se efetuar o então chamado "golpe de mão" ou seja o assalto surpresa às forças inimigas. Desligou a televisão que tinha outras coisas para fazer, mais importantes que dar tempo de antena aos muitos especialistas em relações internacionais, em geoestratégia política e militar, a grande maioria fala de compêndio, sem felizmente conhecer o sabor amargo do campo de batalha. Pensa mesmo que alguns dos tais especialistas se ouvissem uma rajada de metralhadora por cima da sua cabeça se borravam, rendendo-se de imediato. Gosta de ouvir alguns militares ou antigos militares sobre o assunto mas não os muitos outros especialistas, quase todos pouco isentos.
Felizmente que a sua TDT permite-lhe sintonizar canais espanhóis.
Naquela manhã passou primeiro pela sede de município onde iria ocorrer um mercado de produtos biológicos amplamente anunciado pelo poder autárquico que gere de forma absolutista o destino da região. Tinha pois curiosidade em ver quão importante era o mesmo. Mais uma vez a montanha pariu um rato. O tão anunciado mercado bio era cinco ou seis expositores, mas só um com produtos hortícolas, ou outros eram de queijos e doces. Comprei um molho de grelos. Será que os promotores municipais também visitaram e ou foram comprar produtos?
É certo que é necessário apostar em novos produtos, novas práticas etc. mas a promoção que implica gastos de recursos públicos justificar-se-á quando houver dimensão mínima para o fazer o que não me parece ser ainda o caso, embora saiba que há quem goste de autopromover a sua imagem política com estes acontecimentos.
Fazer duzentos e cinquenta quilómetros sem pressa. A única pressa era o chegar bem, como aconteceu. Tudo no mesmo lugar. Abriu a porta para o Sol entrar, depois as janelas. Tudo continuava como deixou no mês anterior. Olhou a caixa do correio. Vazia como esperava. A guerra que trava consigo próprio é só dele. Vai-se habituando a viver cada dia mais sozinho. Cada dia é mais um passo em direção ao futuro incerto onde a única certeza é o incerto dia final da sua viagem de vida.
Deita-se cedo. Acorda cedo. Levanta-se, veste-se, deixa a Sacha sair para ela ver o clarear do novo dia. Sentou-se à mesa, colocou a manta por cima das pernas e abriu a caixa onde guarda fotografias, álbuns e algumas outras recordações e comprovativos. Não leu a carta que a filha mais nova um dia lhe escreveu e que guarda no envelope original. Leu a carta que a sua mãe escreveu às netas depois do AVC lhe ter paralisado o lado direito. Olhou as fotos mas não sentiu saudades, apenas um sentimento de pena, porque logo na sua memória se abriu uma outra gaveta que lhe trás constantemente à lembrança outra memória que o vai castigando nestes últimos anos que percorre na sua viagem por esta vida.
Ao olhar-se ao espelho da casa de banho já bem acordado, antes de se lavar, viu mais uma vez que as suas barbas brancas crescem mais depressa que os restantes cabelos que teimam em cair sem se preocuparem com o aspeto.
Ao caminhar pelas ruas da urbe, a aragem fresca da manhã reavivou-lhe a memória sobre a situação da Barragem do Alto Lindoso, que tão noticiada é pelos agentes comunicacionais televisivos. Veio-lhe à memória a contestação da sua geração à destruição da vida agrícola comunitária de Vilarinho da Furna. Contestação essa reprimida pela bufaria do lápis azul salazarista e como tal não noticiada pelos agentes do então regime.
Chegado da volta matinal, tomado que foi o pequeno almoço pegou no telemóvel e procurou certificar-se não fosse estar equivocado.
Quando cumpria o serviço militar em Chaves e clandestinamente iam a salto até à cidade de Ourense passavam pelo Ayuntamiento de Xinzo de Limia terras e serras da nascente do Rio Lima que abastece a albufeira do Alto Lindoso do lado português junto à fronteira com a Galiza . Rio Lima que junto à foz acabaria por o ver partir para a guerra em terras muito distantes.
Já a barragem que em 1971 afogou a vida comunitária de Vilarinho da Furna situa-se no Rio Homem afluente do Rio Cávado.
A situação de armazenamento de água das barragens do Alto Lindoso no Rio Lima, do Cabril e Castelo de Bode no Rio Zêzere são consequência das péssimas políticas levadas a cabo por vários governos com a privatização da EDP. Os acionistas privados que exploram a produção de energia elétrica, chineses e fundos abutres, só se preocupam com a obtenção de lucros. Para a maximização dos lucros produzir energia elétrica a partir das reservas de água em albufeiras, como combustível, é mais vantajoso do que produzir a mesma energia a partir do sol, do vento ou com recurso aos combustíveis fósseis.
As alterações climatéricas já nos dizem há alguns anos que a água nem sempre é um bem renovável de forma contínua, mas os interesses gananciosos à volta do negócio da água não só o comprovam, como estão à vista, anunciando-se alternativas de efeitos ambientais perversos a médio prazo e longo prazo.
Toda esta situação comprova que a existência de um Ministério do Ambiente não passa de uma modernidade do marketing político. Tirando os presumíveis negócios ambientais que o mesmo marketing político faz gerar na comunicação, os responsáveis que ao longo dos anos se vão conhecendo como ministros, secretários de estado etc. passam à história sem boas recordações tão ineficazes e negativos têm sido para o país que ainda somos.
A seca é uma realidade que neste seu ciclo leva alguns anos. Os agentes comunicacionais do marketing político criam e passam a ideia de que basta termos as albufeiras das barragens cheias para não nos preocuparmos com o problema da seca, os campos que se amanhem, dando azo a que se continuem a cometer os mesmos erros. Vejamos só quantos hectares de regadio foram autorizados, neste ciclo de seca, quantas novas plantações de eucaliptos foram autorizadas e ou plantadas clandestinamente debaixo das barbas das autoridades. Autoridades que não sabe se pertencem ao ministério da agricultura, se ao do tal ambiente, se dos dois ou de mais algum ministério tantos eles são.
As ameaças de guerra. Os atores que promovem o conflito. Os políticos submissos e subservientes a interesses externos belicistas. A tudo assistimos tomando a maioria partido de um ou do outro lado.
Como tresmalhado sempre foi não alinhado. O partido dele é a Paz, a sua religião o Bem Social. Nunca simpatizou com americanos nem com russos. Se uns são imperialistas os outros não ficam atrás.
Um dia, numa outra guerra diferente viu e aprendeu que quem mais sofre na guerra é o povo, cidadãos anónimos inocentes armados ou não.
Ele sabe que os senhores da guerra não vão à guerra, mandam os outros para a guerra. Os senhores da guerra não comandam as suas forças no campo das confrontações. Covardes que são, refugiam-se nos seus palácios, nos seus abrigos anti nucleares para que a sua pele não sofra nenhuma infeção como consequência das suas ordens assassinas. Os senhores da guerra não prestam, sejam russos, americanos, ucranianos, chineses, coreanos, alemães, franceses, ingleses ou outros onde se pode incluir o nosso triste ministro m.n.e., pau mandado submisso e subserviente dos senhores da guerra, armado em galo de capoeira a fazer lembrar figuras tristes a preto e branco da era do Estado Novo. No seu cantar de galo de capoeira só lhe faltam as notas finais para acabar com o antigo slogan da Emissora Nacional "... rádio Moscovo não fala verdade".
O velho gira disco cansou-se de rodar. Limpa o pó ao velho disco de vinil de 33 rotações guardando-o religiosamente, recorre então ao YouTube para ouvir de novo a canção que o Serge Reggiani cantou. Não tendo sido ele desertor na outra guerra diferente, tantas vezes a ouviu no seu leitor de cassetes quando regressava das operações no mato e se deitava em cima da sua cama para ouvir as suas canções em cassetes que lhe recordavam que antes de ser militar numa máquina de guerra ele era um ser humano sem ódio aos seus semelhantes.
Nasci na zona mais poluente da cidade de Lisboa dos anos cinquenta, nos Olivais, numa rua cercada por fábricas como a refinaria da Sacor, fábrica do zarcão, outras de têxteis e um pouco mais afastado o matadouro de Lisboa, todas elas produzindo um cocktail de cheiros no ar difíceis de imaginar nos dias de hoje, felizmente. Não pertenço nem sou adepto de nenhuma organização que se auto intitula de ambientalista, de defesa do consumidor ou de qualquer “ong” nestes tempos tão em voga.
Farto do politicamente correto, procuro não ser radical, o que nem sempre é fácil, mas tento para meu descanso.
Se em mil novecentos e sessenta e nove entrei na política em oposição ao regime de ditadura que nos asfixiava os sonhos, hoje caminho na outra margem cada dia mais afastado do status reinante.
Quanto mais ouço e leio sobre o presumível lítio existente no país, mais dúvidas tenho sobre os benefícios que a sua extração e processamento possam trazer, face aos custos irreparáveis que irá provocar no esquecido pobre e abandonado interior se a exploração se concretizar. As presumíveis reservas existentes nunca nos irão dar um lugar de relevo na formação do preço do minério nas bolsas de mercadorias, ficando o país sempre dependente dos interesses especulativos exteriores. Por não ser um radical contra a exploração do minério, só estarei a favor se o lítio extraído e processado alimentar indústria nacional a instalar no interior do país onde presumivelmente o minério existe. Havendo tantos milhões de euros do PRR para a reindustrialização do país, há dinheiro para a criação da indústria de transformação do lítio em baterias, desde que as reservas sejam economicamente sustentáveis, preparando-nos para a sua reciclagem futura que ainda hoje se procura solucionar. Pode é não haver vontade política habituados que estamos a curvarmo-nos perante os interesses liberais, neoliberais e ultra liberais que sopram de Bruxelas, aos quais com paleio de centro-esquerda ou mais ao centro dizemos continuamente "amém" sempre de mão estendida.
A seca é um fenómeno cíclico com uma progressão natural muito lenta mas que os crimes ambientais produzidos a nível global para manter o atual desenvolvimento económico e social têm acelerado produzindo como consequência as designadas alterações climatéricas.
Face à atual situação, leio e ouço com alguma insistência os lobistas do negócio da água apontarem como solução a desmineralização da água do mar. Dão exemplos de Espanha de Israel esquecendo as causas, os erros nos recursos, que levaram à construção dessas fábricas de desmineralização por osmose inversa. Depois a água obtida e tratada quimicamente para poder ser potável para consumo humano, servirá para resolver problemas de abastecimento público no litoral, que no nosso país é onde ainda vai chovendo, com excepção do Algarve. E para o interior a osmose inversa da água do mar será solução?
Não sou hoje um defensor da designada indústria do turismo como alavanca de desenvolvimento e progresso, assim como no passado aquando da chegada dos milhões de euros da CEE nunca acreditei que o desenvolvimento sustentável do país assentasse na indústria do betão paralelamente à destruição da pouca industrialização e abandono dos campos e mar. Não conheço nenhuma sociedade que seja considerada desenvolvida com base na indústria turismo para turistas de classe média, à custa de vender o Sol, praias de águas mornas e campos de golfe em regiões onde a água é escassa. Temos muitas outras riquezas a desenvolver e explorar sempre como ação complementar de desenvolvimento e não como alavanca.
A desmineralização da água do mar é negócio de fuga para a frente que adia soluções criando a par dos lucros chorudos produzidos pelos proprietários privados, outros e novos problemas ambientais com incidência no mar e no preço final da água obtida e tratada. Depois e de novo questiono, a quem vai servir essa água? Ao litoral pelo certo, mas então esquecemos e abandonamos à sorte da morte lenta as gentes que resistem e sobrevivem no interior?
Educação massiva de comportamentos exigindo a par, coragem política para Reciclarmos e Utilizarmos de novo tudo o que causa danos no ambiente, seguindo a Lei de Lavoisier.
Não é só a dívida pública que põe em causa o futuro dos nossos vindouros, tão ou mais grave que o eterno "real calote" público, são as condições ambientais que lhes estamos a deixar. Mudemos hábitos e mudar-se-ão as vontades e as famigeradas alterações climatéricas.
É engraçado sem graça nenhuma como os americanos exportam para o mundo da comunicação e em particular televisivo, várias e diferentes formas de atentados que ocorrem nas suas ruas, nas suas escolas e universidades, nas suas igrejas e centro comerciais. Os atentados ocorrem sem que as suas muitas polícias e serviços de segurança altamente sofisticados, sejam capazes de os prever, de os anular a tempo de não se verificarem. Podem até anular alguns e disso não darem notícia ao mundo da comunicação e em particular televisivo, mas que exportam violência pura e dura de atentados contra vidas humanas levadas a cabo por outros humanos, exportam até como exemplo do seu modo de vida, tão ao gosto dos seus seguidores espalhados pelo Planeta. Nada é exportado por acaso. Tudo tem um fim em vista.
E, são esses mesmos seguidores televisivos, amantes do modelo de vida americano que nos têm metralhado os neurónios com o estudante que se preparava para presumivelmente efetuar um atentado na sua escola universitária à boa maneira dos atentados que ocorrem na sociedade americana, dos quais dizem os tais jornalistas amantes do modo de vida americano, que o referido estudante do presumível atentado ser um seguidor fanático. Se de fato o referido estudante for um terrorista como o classificam, então ele aprendeu e é um seguidor dos terroristas americanos, ou não é assim?
Não conheço o estudante, logo nada posso dizer sobre o mesmo; caberá ao modo como funciona a nossa Justiça averiguar as causas e decidir sobre o assunto.
Os jornalistas televisivos amantes do modelo americano já efetuaram o julgamento, já o queimaram em vida nos vários "autos de fé" das fogueiras virtuais televisivas realizados a mando dos seus chefes inquisitoriais ocultos. Aguardemos, mas este não é o melhor caminho para um futuro de vida mais decente.